O PAN não quer que o OE atue na estrada e critique a interferência da Justiça na política – Política

O PAN não quer que o OE esteja “a caminho” e critica a interferência da Justiça na política

Inês Sousa Real sublinhou que o primeiro-ministro foi demitido “devido a uma investigação sem confirmação de dois factos e sem a Constituição como argumento”.

Após a morte da Presidente da República, Inês Sousa Real, do PAN, afirma que o partido está empenhado em “qualquer solução”, mas defende a importância de salvaguardar “a conclusão do Orçamento de Estado” para o “pouco de avanço” que descreve para vocês portugueses. O deputado também criticou o poder da Justiça por “deitar abaixo um Governo”.

“Temos consciência de que os portugueses vivem neste momento momentos muito difíceis e que pouco se avança neste Orçamento para não aumentar o IAS, não aumentar o pedido mínimo, na manutenção que vamos negociar para que o IVA Zero é mantido sem ano O que você vê, sem assinatura familiar […] Todo este trabalho não devia ser feito na estrada porque as pessoas precisam de respostas agora e não daqui a alguns meses”, disse o representante único do PAN.

Inês Sousa Real sublinhou que o primeiro-ministro se comprometeu “com a força de uma investigação sem ter conhecimento de dois factos e sem ter como argumento uma Constituição” e mostrou-se preocupada com a interferência do poder judicial ao ponto de “deitar abaixo um”. Governo e, portanto, abrir uma crise política. » “Não conhecemos os factos concretos, mas é com preocupação que vemos o poder judicial conseguir derrubar o governo e desencadear uma crise política e sobretudo uma crise económica para o país. , para verificar que não há nada justificado no processo, será necessário ter as conclusões necessárias e o controlo devido pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial”, explicou.

O MP pediu, por isso, que os processos fossem “mais céleres”, reiterando que não é possível “esperar anos para saber o que vai acontecer nesta investigação” e que “não é possível abrir primeiro uma investigação e procurar resultados”. examinar qualquer tipo de fato que possa existir ou não justificar a falha ocorrida.

“É com grande preocupação que o PAN olha para garrafa térmica é um segundo caso de alegada corrupção associada a uma figura sénior do Estado, neste caso o primeiro-ministro. Respeitamos o princípio da presunção de inocência”, ainda mais quando estamos no prestes a minar uma suposta investigação”, concluiu.

Suzana Leite

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